TRÊS CURIOSIDADES SOBRE A CRASE
Diferente do que muita gente imagina, a CRASE NÃO É UM ACENTO, mas é o fenômeno da FUSÃO DE DUAS VOGAIS IGUAIS.
Já o acento que representa essa união é o GRAVE ( ` ), como nos casos de junção da vogal A.
Mesmo assim, HÁ CASOS EM QUE O USO DO ACENTO GRAVE É FACULTATIVO. Vamos a eles:
1. ANTES DE NOMES PRÓPRIOS FEMININOS
Eu disse a\à Maria que não queria sair hoje.
Acabei de reponder a\à Solange pelo celular.
2. JUNTO DA PREPOSIÇÃO "ATÉ"
Fomos até a\à praia pela manhã.
Levarei o caso até as\às últimas consequências.
3. ANTES DE PRONOMES POSSESSIVOS FEMININOS
A casa está a\à nossa disposição.
Isso diz respeito as\às suas atitudes.
Vamos a\à minha casa depois da aula.
quinta-feira, 30 de março de 2017
quarta-feira, 29 de março de 2017
NO CALOR, A GENTE SUA OU SOA?
NO CALOR, A GENTE SUA OU SOA?
No calor, a gente SUA. Os verbos regulares terminados em UAR têm a mesma conjugação; Ex.:
Atenuar - ATENUA
Compactuar - COMPACTUA
Pontuar - PONTUA
Atenuar - ATENUA
E soa? Vem do verbo "soar", produzir som. Ex.:
O instrumento SOA agradavelmente.
Sua voz suave SOA como brisa.
Atenuar - ATENUA
Compactuar - COMPACTUA
Pontuar - PONTUA
Atenuar - ATENUA
E soa? Vem do verbo "soar", produzir som. Ex.:
O instrumento SOA agradavelmente.
Sua voz suave SOA como brisa.
sexta-feira, 3 de março de 2017
HISTÓRIA OU ESTÓRIA?
HISTÓRIA OU ESTÓRIA?
Durante muito tempo, ainda na forma arcaica da Língua Portuguesa, a expressão "estória" era aceita ao lado de "história". Mas, após a reforma ortográfica de 1943, "estória" foi abolida, restando apenas "história". Mas, na prática, qual era a diferença?
Tomemos, como exemplo, a Língua Inglesa. Nela, há a diferença entre "story" (história ficcional, como romances, contos, novelas, quadrinhos etc.) e "history" (história documentada, como relatórios, depoimentos, ensaios etc.).
Assim, no Brasil, até 1943, "estória" equivaleria a "story" e, por consequência, "história", a "history". Hoje, tanto faz: seja FICCIONAL ou DOCUMENTAL, a grafia é HISTÓRIA.
PS - O monumental Guimarães Rosa exigiu que seu "Primeiras Estórias" permanecesse com a expressão arcaica, como é até hoje, para mostrar que os relatos do livro permaneciam num universo muito particular, distante da realidade comum. Simples e genial, não?
Durante muito tempo, ainda na forma arcaica da Língua Portuguesa, a expressão "estória" era aceita ao lado de "história". Mas, após a reforma ortográfica de 1943, "estória" foi abolida, restando apenas "história". Mas, na prática, qual era a diferença?
Tomemos, como exemplo, a Língua Inglesa. Nela, há a diferença entre "story" (história ficcional, como romances, contos, novelas, quadrinhos etc.) e "history" (história documentada, como relatórios, depoimentos, ensaios etc.).
Assim, no Brasil, até 1943, "estória" equivaleria a "story" e, por consequência, "história", a "history". Hoje, tanto faz: seja FICCIONAL ou DOCUMENTAL, a grafia é HISTÓRIA.
PS - O monumental Guimarães Rosa exigiu que seu "Primeiras Estórias" permanecesse com a expressão arcaica, como é até hoje, para mostrar que os relatos do livro permaneciam num universo muito particular, distante da realidade comum. Simples e genial, não?
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